Júlio Roldão

Apoio a candidatura de António Nóvoa – que conheço desde 1972 – pela imensa esperança na recuperação da nobreza da acção e do pensamento políticos que a eleição dele para Presidente da República oferece, reconhecendo-lhe firmeza, independência e sabedoria capazes de garantir, serenamente, que as perspectivas de desenvolvimento para Portugal, tão nítidas como as que ficaram gravadas em quem, como ele, tinha 20 anos no 25 de Abril, renasçam para dissipar o nevoeiro que nos tem envolvido.