“Um Presidente da República não deve ser um candidato de fação, seja ela qual for”

O Candidato à Presidência da República escolheu o Museu da Imprensa, em Câmara de Lobos, para falar aos jornalistas madeirenses. Na conferência de imprensa, Sampaio da Nóvoa foi questionado sobre vários assuntos, desde a autonomia regional, aos poderes presidenciais e ao papel dos partidos políticos. “Quem vem de fora dos partidos normalmente faz um discurso anti-partidos mas, para mim, é muito importante o papel dos partidos políticos na democracia. Não tendo eu nenhuma filiação partidária, defendo que um PR não deve ser um candidato de uma fação, seja ela qual for. Um candidato de uma fação faz um Presidente de fação e isso é tudo o que Portugal menos precisa hoje. Um candidato que se deixa condicionar pelas legislativas é um candidato que no futuro se vai deixar condicionar por essa mesma lógica de calculismos e contabilidades partidárias. E, na minha perspetiva, um candidato deve congregar e não fracionar. É assim que se dignifica a função presidencial.”