Armando Mascarenhas Ferreira

Afastado da vida política partidária há alguns anos, rapidamente em mim cresceu e interiorizei a necessidade, no respeito pelos Partidos, tal como acentua Sampaio da Nóvoa na Carta de Princípios da sua candidatura à Presidência da República, de dar o tempo imprescindível ao tempo da cidadania “valorizando a presença cívica e política, inscrevendo a história de cada uma e de cada um no destino de todos”. Tive a oportunidade e o privilégio de o conhecer, enquanto Reitor da Universidade Lisboa e colega do Conselho de Reitores das Universidades Portuguesas. Apreciei a sua lucidez e o seu empenho nas sucessivas discussões do Orçamento de Estado no que às Universidades dizia respeito, a sua forma explícita na defesa intransigente do conhecimento, da ciência e da cultura como questões fulcrais para o futuro de Portugal. Revejo-me nos princípios que enuncia enquanto candidato à Presidência da República, da modernização da economia portuguesa nos pressupostos que a enforma à coesão territorial, da solidariedade nacional no respeito pela dignidade das pessoas ao estado social, de uma administração pública de qualidade a uma sociedade civil em primem os princípios elementares da igualdade e da equidade, princípios basilares de uma sociedade mais livre e tolerante, mais inclusiva e humana.