“A palavra é uma arma”

Elisabete Miranda

No futebol, era um médio com visão completa do jogo. No teatro, gostava sobretudo de declamar. Na Universidade, foi um reitor que fez história. Diz que, por timidez, prefere grandes auditórios a pequenos grupos e que prefere cinco horas de trabalho a qualquer jantar social. Nasceu numa família com pergaminhos nobiliárquicos, viveu em Nova Iorque, Paris, Genebra, Brasília. Quer ser Presidente da República.

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Jornal de Negócios, 04.12.2015